Visão geral
Retrato do ano selecionado e evolução no período longitudinal.
Participação e colocações por ano
Não colocação e migração efetiva
Rede de mobilidade entre escolas
Setas = migração efetiva. Espessura = número de docentes. Não colocados não criam arestas.
Detalhe do nó
Clique numa escola para consultar entradas, saídas, saldo e principais fluxos.
Índices QA/QE vs QZP
Comparação por ano e grupo. O filtro “tipo” é ignorado nesta página para permitir a comparação entre os dois quadros.
Não colocação: QA/QE vs QZP
Migração e permanência QZP
Prioridades QA/QE no ano selecionado
Pressão e rankings
Indicadores sentinela; o limiar M aplica-se apenas aos rankings e à análise longitudinal, não à tabela integral de escolas.
Top 25 — Pressão de saída (PS)
PS = S/M × 100. Quanto maior a barra, maior o peso das saídas no movimento da escola. 50% representa equilíbrio E≈S; valores acima de 50% indicam predomínio de saída.
Top 25 — Pressão de entrada (PE)
PE = E/M × 100. É complementar de PS. Valores acima de 50% indicam predomínio de entrada.
Maior movimento total (M)
M = E + S. Mede volume, não direção. Uma escola pode ter M elevado e PS≈50%, ou seja, muita rotação mas equilíbrio entre entradas e saídas.
Saldo migratório efetivo (SM)
SM = migrações recebidas − migrações originadas. Valores positivos (azul/verde) significam receção líquida; negativos (vermelho) significam emissão líquida. Permanências e não colocados não entram no saldo.
Tabela integral de escolas
O cadastro é mostrado independentemente do limiar M. Assim, uma escola não desaparece da tabela apenas por ter pouco movimento no ano selecionado.
| Escola | Concelho / cadastro | E | S | M | PS% | PE% | Mig. in | Mig. out | SM | NC | TNC% | Permanências |
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Análise longitudinal das escolas
Persistência, volatilidade, tendência, tipologias e corredores recorrentes.
Evolução anual no período
Tipologias heurísticas de escolas
Evolução de uma escola
Escolas com maior persistência de saída
| Escola | Ativos | IPPS | PS médio | σ(PS) | Tend. | M total | Tipologia |
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Corredores persistentes
| Origem → Destino | Anos | Persist. | Movimentos | Classe |
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Trajetórias longitudinais anonimizadas
Unidade recomendada: docente × grupo de recrutamento, evitando múltiplas candidaturas do mesmo docente no mesmo ano.
Distribuição do número de anos de participação
Leitura dos estados e recorrência
P = colocado na mesma escola; M = migração efetiva; NC = não colocado; ? = colocado sem origem escolar recuperável. O índice de recorrência é descritivo e não constitui juízo de irregularidade.
TPR observada = anos de participação / anos do período selecionado. TME = anos com migração / anos de participação.
| ID painel | Grupo | Anos | TPR% | Mudanças | TME% | NC | Escolas distintas | Maior sequência | Índice recorrência | Classe | Estados |
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Transições de estado — Cadeia de Markov descritiva
Transições entre anos consecutivos de participação para a unidade docente × grupo.
Matriz de transição
Probabilidades de transição
Qualidade e cobertura dos dados
Auditoria anual da base longitudinal e cobertura dos grupos de recrutamento.
Cobertura grupo × ano
| Ano | Candidatos | Grupos com candidatos | Grupos sem candidatos | Origem escolar indisponível | Colocados | Elegíveis para rede |
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Metodologia e cálculo dos indicadores
Especificação consolidada do Observatório Estatístico e Longitudinal.
Unidade de análise e construção da base
Cada registo representa uma participação na Mobilidade Interna num determinado ano e grupo. A chave de cruzamento usada nas bases históricas foi N.º de utilizador + grupo de recrutamento. A escola de origem dos QZP é recuperada da lista definitiva de ordenação, e não do simples código de QZP da lista final. Só entram na base analítica candidatos com resultado final “Colocado” ou “Não colocado”.
Mᵢ = Eᵢ + SᵢPSᵢ = Sᵢ/(Eᵢ+Sᵢ) × 100PEᵢ = Eᵢ/(Eᵢ+Sᵢ) × 100SMᵢ = MigInᵢ − MigOutᵢTNCᵢ = NCᵢ/Sᵢ × 100PQA = QA/QE em MI / Total MIIMV-QA = QA/QE na prioridade voluntária equivalente / QA/QE em MIIP-QZP coloc. = QZP mesma escola / QZP colocadosIPPSᵢ = # anos com PSᵢ>60% / # anos ativosVolᵢ = σ(PSᵢ,t)TPR = anos de participação / anos observadosTME = anos com migração / anos de participaçãoRegra do não colocado
Para medir a pressão administrativa da mobilidade, cada candidato conta como uma saída da escola de origem. Se não obtiver colocação, conta também como uma entrada de regresso nessa mesma escola. Na visualização de rede, contudo, o não colocado não cria uma aresta, pois não houve migração efetiva.
Persistência, volatilidade e tipologias
O painel escolar calcula IPPS, persistência de entrada, desvio-padrão de PS, tendência linear em pontos percentuais por ano, movimento acumulado e TNC. As tipologias apresentadas são heurísticas descritivas: emissora persistente, recetora persistente, alta rotação, mobilidade latente elevada, volátil, estável/baixa rotação e perfil misto. Não constituem avaliação de qualidade da escola.
Trajetórias e Markov
A unidade usada para sequências de estado é docente × grupo de recrutamento, pois o mesmo docente pode surgir em mais de um grupo no mesmo ano. Estados: P = permanência; M = migração; NC = não colocado; ? = colocado com origem escolar indisponível. A matriz de Markov usa apenas transições consecutivas entre P, M e NC.
Elevada recorrência: em vez de um corte absoluto arbitrário no índice, a aplicação usa por defeito o percentil 75 (Q3) da distribuição do índice entre painéis com pelo menos duas participações no período. Assim, “elevada” significa pertencer aproximadamente ao quartil superior da distribuição observada, e não ultrapassar uma fronteira jurídica ou substantiva universal. O utilizador pode alterar o percentil.
Corredores persistentes
Um corredor A→B é observado num ano quando existe pelo menos uma migração efetiva nesse sentido. Por defeito, a aplicação classifica-o como persistente quando aparece em pelo menos 60% dos anos do período selecionado e em pelo menos dois anos. O limiar de 60% é uma regra heurística transparente, alinhada com o critério de persistência usado no IPPS, e pode ser alterado pelo utilizador.
Inferência
São calculados INCD, RR-NC, odds ratio de colocação QZP vs QA/QE, intervalos de confiança de 95% e um teste bilateral de diferença de proporções, com H₀: p(colocação QA/QE) = p(colocação QZP). Estes resultados medem associação, não causalidade. Modelos logísticos multivariados, modelos multinível, ITS e Difference-in-Differences exigem decisões adicionais sobre covariáveis, intervenção legal e grupos de comparação e, por isso, não são apresentados como resultados causais nesta versão.
ICP-QZP
O índice de compressão potencial dos QZP permanece metodologicamente proposto, mas não é estimado sem informação sobre vagas, preferências ordenadas, prioridades, graduação e sequência efetiva de atribuição. Qualquer leitura deve permanecer no plano de “compressão potencial”.
Limitações
- Identidade escolar: a análise longitudinal agrega por código. A designação 2024 é usada como rótulo atual; renomeações ou reorganizações históricas podem existir e são preservadas no ficheiro de auditoria, sem fusões automáticas por nome.
- Alguns anos têm grupos sem candidatos na base; 2016/17 e 2017/18 não apresentam o grupo 360 nos ficheiros usados.
- Registos com origem RAM, RAA, EPERP ou origem vazia são preservados na análise individual, mas não criam ligações escola→escola.
- Alterações legais na numeração das prioridades tornam inadequada uma comparação bruta da coluna “Prioridade” sem harmonização.
- Pressão de saída elevada deve ser conjugada com volume, persistência, grupo, contexto territorial e saldo.